Recordar é viver
A foto acima marca a nova fase em que nosso site está entrando a partir de hoje. Com algumas alterações já feitas e outras ainda a serem implementadas, acreditamos que a navegação em nosso ambiente se tornará cada vez mais divertida e agradável. Quase tão boa quanto ganhar da Argentina como fizemos nesta quarta.
E, falando em novas fases, o triunfo do Brasil marca o empate do Brasil no confronto direto contra a Argentina: a seleção brasileira acaba de igualar à argentina em número de vitórias, empatando um desafio que era historicamente favorável aos argentinos.
Na verdade, este é um ponto polêmico. Alguns dizem que o Brasil ainda está uma vitória atrás. Outros já creditam ao selecionado brasileiro uma vitória de vantagem. Claro que isto se deve a questões de interpretação. Por exemplo: alguns, mas nem todos, consideram válida a partida de 12 de outubro de 1920, disputada em Buenos Aires, quando os dois times entraram com apenas oito jogadores para cada lado.
Como este, existem outros exemplos. Porém, a contagem mais aceita é mesmo a que contabiliza 33 vitórias para cada seleção. Mas, puxando descaradamente a brasa para nossa sardinha, afirmo com convicção que ganhamos as partidas mais importantes. Se duvidam, vamos recapitular.
Para começo de conversa, temos uma vitória a mais em Copas do Mundo, duas contra uma, com um empate. Temos também um triunfo de frente em eliminatórias para a Copa (também duas contra uma, mas desta vez sem nenhum empate). Se considerarmos que as eliminatórias fazem parte da Copa, como dizem alguns, são dois jogos de vantagem.
Para os hermanos, sobra o consolo de ter 15 vitórias em Copas América, contra apenas oito vitórias brasileiras, contabilizando ainda sete empates. Vantagem respeitável em uma competição não tão respeitável assim. Para chegarmos ao placar de 33 a 33, com 21 empates, temos que incluir aí torneios de menor expressão, como a Copa Roca, a Copa Atlântica e a impagável Copa do Bicentenário da Austrália.
Segundo esta contagem, os argentinos levam também pequena vantagem no saldo de gols, 143 contra 137, uma ligeira dianteira de seis golzinhos. Nada que Oscar Ruíz e seus colegas não possam resolver.







0 comentário(s):
Postar um comentário
<< Home