quarta-feira, junho 08, 2005

A arte da guerra

Não adianta tentarem dizer o contrário. O Brasil x Argentina de hoje à noite não vai ter nada de amistoso, em qualquer que seja a acepção da palavra.

Tudo bem que ambas seleções já estão com os passaportes quase carimbados para a Alemanha. E é justamente esse “quase” que pode fazer com que o jogo vire uma verdadeira guerra.

Quem não gosta de ganhar uma batalha contra o maior rival, seja em qual modalidade for? Quem não quer garantir a classificação para a Copa do Mundo com um ano de antecedência? Quem não quer sair vencedor em uma partida entre países vizinhos quando nada menos que sete títulos mundiais entram em campo?

Andam dizendo por aí que o Brasil é favorito. Pode até ser. Mas o fato de o jogo ser no Monumental de Nuñez dificulta qualquer prognóstico. Tanto na guerra como no esporte, jogar no território inimigo é sempre mais complicado.

Claro que nesta guerra (quase) pacífica, o Brasil tem mais munição: nosso exército não é mais numeroso que o deles, mas é mais preparado. Conta com maior arsenal de jogadas e anda com a pontaria mais calibrada.

Para não fugir de um palpite, arrisco um difícil 2 a 1 a nosso favor. Mas tudo vai depender das estratégias traçadas pelos generais Parreira e Potemkin. Ou melhor, Pekerman.

3 comentário(s):

Às 10/6/05 14:43, Anonymous Anônimo; disse:

Tia Lívia, tira os óculos do Parreira.

 
Às 18/6/05 23:40, Anonymous Anônimo; disse:

Não... porque ele tá dando um "Te peguei" no Pekerman... e isso só se faz de óculos!

 
Às 24/6/05 20:44, Anonymous Anônimo; disse:

Desculpe a demora do comentário, mas reparei agora: olha a cara de danado do Parreira! E tenho dito!

 

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