Elos perdidos
Não que eu pense que a seleção de 70 nunca possa ser superada. Apenas acho que ainda não é o caso. Mas, como só pude ver as partidas do tri em teipe e muitos anos depois, sou suspeitíssimo para falar.
Não deixa de ser confortável saber que, para a próxima Copa, temos uma ótima safra de craques, sobretudo no setor ofensivo. Talvez a melhor dos últimos 15, 20 anos. Mas o que andam esquecendo é que, entre 70 e hoje, houve outro esquadrão que merece destaque: em 82, o Brasil de Cerezo, Falcão, Júnior, Sócrates e Zico encantou o mundo, com uma seleção que jogava bonito em todos os setores do gramado. Porém, uma derrota inesperada no meio do caminho fez com que o time amargasse um relativo esquecimento.
Ano que vem saberemos se a seleção de 2006 passará para a história como um escrete imbatível ou como uma talentosa geração injustiçada. Como a Copa do Mundo é um torneio curto e intenso, tudo é possível. De qualquer modo, para que o pôster da seleção do ano que vem seja colocado na mesma parede que a do time de 70 e de 82, eles ainda terão que jogar muita bola.







3 comentário(s):
Que foto fofa!!! ;-)
uahuahauahu!
Boa, Frango!
Mas que história é essa de alissoncoutinho.blogspot.com que eu nunca fiquei sabendo?
E diz aí se a foto é fofa ou não é. Eu acho que ela é fofa que nem o Tucho.
Ah não... a foto é mais fofa. hihihi
O Tucho é apenas injustiçado.
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