Enquanto isso, pelas bandas de lá...
O motivo é simples: no Velho Continente, não há nenhuma seleção desconhecida que tenha chamado a atenção. Existem os casos de Ucrânia, República Tcheca e Eslováquia, que têm boas chances de fazerem suas estréias em Copas como nações independentes. Porém, boa parte dos jogadores destas equipes jogam em times de ponta do futebol europeu, o que fará com que as seleções joguem como veteranas.
No entanto, merecem maior destaque não os selecionados que vão à Copa, mas aqueles que correm certo risco de se ausentar. É o caso da França, que está em 4º num grupo emboladíssimo. Os franceses lutam contra irlandeses, suíços e isralenses pelas vagas do grupo (uma vaga direta e uma para a repescagem). Têm um jogo a menos, mas a pressão é grande.
A outra possível ausência é a seleção da Turquia. Segunda colocada num grupo em que a Ucrânia passeia, os turcos, terceiros colocados na última copa, brigarão com os gregos, atuais campeões continentais, e com os dinamarqueses pela vaga na repescagem.
Contra os otomanos, porém, há outro adversário forte: a maldição da disputa do 3º lugar. Desde 86, um dos times que disputaram a partida de consolação fica fora da Copa seguinte. E é sempre uma equipe européia. Já foram acometidas pelo mal França, Inglaterra, Suécia e Holanda. A julgar pela tradição, aos turcos resta pouca esperança.







2 comentário(s):
Estou torcendo pra Ucrânia assegurar a vaga. O Shevchenko merece disputar uma Copa.
Verdade, Leo.. verdade...
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