Para tudo há uma explicação
O que poucos sabem – incluindo aí alguns que conhecem um bocado de futebol – é que há, sim, uma explicação lógica para cada camisa ter o número que tem.
De cara, pode-se deduzir que, quanto mais avançado no campo, maior será o número do jogador. Seguindo esta lógica, porém, era de se esperar que o centroavante vestisse a 11 e que o camisa 7 fosse, no máximo, um segundo volante.
Para entender toda a história, então, é necessário voltar até a década de 30 quando o Arsenal, da Inglaterra, era treinado por Herbert Chapman. Foi nessa época que os jogadores ingleses passaram a vestir uniformes numerados. E Chapman, como alguns já devem saber, revolucionou o futebol ao criar o WM, esquema tático com três zagueiros, duas linhas de dois médios e três atacantes.
Os jogadores de Chapman, dessa forma, recebiam a numeração de acordo com os vértices das letras W e M. Os atletas que formavam o W eram numerados de 2 a 6 e os que formavam o M recebiam as demais camisas. O goleiro, é claro, vestia a número 1.
Com o tempo e as evoluções táticas, o sentindo original da numeração foi se perdendo. Um dos meias defensivos recuou, dando origem ao quarto-zagueiro, que normalmente atua com a 3. A camisa 10 passou a ser a mais cobiçada, depois que Pelé e Maradona a vestiram. E, no próprio Arsenal, hoje temos um centroavante que pegou emprestado o número de um zagueiro reserva.






3 comentário(s):
Uai! Não é que é mesmo? Nunca tinha pensado nisso. Belo desenho.
O 7 e o 11 eram pontas?
Isso, isso, isso! É por isso mesmo que o Garrincha jogava com a sete, por exemplo.
Giovanni, quando puder, envie uma mensagem para marcelo_morato@yahoo.com.br para a gente trocar uma idéia por e-mail, pode ser?
Abraços para todos!
Boa Morato ..
Bela aula ...
Também não sabia cara ...
Falow !!!!!
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